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 Terapia de reposição com testosterona. Quando é necessário?

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Terapia de reposição com testosterona
Quando é necessário?

O aumento da expectativa de vida e a procura de uma longevidade com qualidade têm desencadeado um interesse cada vez maior em identificar e tratar as deficiências hormonais que afetam o homem idoso.

O médico urologista Eduardo Scortegagna, de Passo Fundo, explica que no homem, a função testicular é afetada de maneira progressiva e o declínio na produção de testosterona é lento e gradual. Por essa razão, ao contrário da mulher, as manifestações clínicas do hipogonadismo do homem adulto são mais sutis, não sendo identificado com facilidade.

Os termos andropausa e climatério masculino, utilizados com freqüência, são inapropriados e biológicamente incorretos. A alteração hormonal do homem idoso é melhor definida como Distúrbio Androgênio do Envelhecimento Masculino (DAEM), pois o decréscimo da produção de testosterona não é um fenômeno isolado, ocorrendo simultaneamente outras importantes alterações fisiológicas. Conforme o médico, o diagnóstico do DAEM deve ser alicerçado na constatação de níveis laboratoriais de testosterona inferiores à normalidade e a presença de sintomas característicos do problema.

A terapia de reposição hormonal com testosterona é a forma mais utilizada no tratamento dos homens com DAEM e tem como objetivo atenuar os sintomas relacionados ao hipogonadismo. Reconhecidamente há uma diminuição na produção de testosterona após os 40 anos de idade.



As principais manifestações clínicas do distúrbio são:

* Diminuição da libido
* Disfunção erétil
* Diminuição da massa muscular
* Osteoporose
* Alterações cognitivas em geral



Efeitos benéficos

A reposição hormonal com testosterona só é indicada quando o homem apresenta manifestações clínicas associadas a parâmetros laboratoriais alterados ou no limite inferior da normalidade. Dentre os efeitos benéficos da reposição hormonal masculina podemos destacar:

* Melhora da libido
* Melhora da função erétil
* Melhora da resposta a medicação usada para “impotência sexual”
* Aumento da massa e força muscular
* Diminuição da gordura corporal
* Melhora da osteoporose
* Melhora do humor, memória visual e verbal, sensação de bem estar e qualidade de vida.

O paciente submetido à reposição androgênica deve ser monitorado a cada três meses através de toque retal e PSA no primeiro ano e a seguir anualmente, controle hematológico periódico e de lípides, função hepática e de apnéia do sono, principalmente em obesos e DBPOC. Nos Estados Unidos, existem aproximadamente 5 milhões homens que sofrem com os efeitos do hipogonadismo e se estima que somente 5% destes homens são tratados.



Nova medicação

A novidade quanto a terapia de reposição é uma nova medicação que é utilizada a cada três meses, o que permite obter níveis mais fisiológicos evitando picos, isto é, em determinado momento a testosterona é metabolizada não fazendo mais o efeito desejado e o paciente sente variações muito freqüentes, além da dose ser mais difícil controle. Na América do Sul, esta medicação foi lançada no dia 1° de dezembro de 2005, em Punta de Leste.
O médico Eduardo Scortegagna participou do lançamento e apresentação deste novo produto que promete melhorar a vida dos pacientes que necessitam de reposição hormonal.




Dr Eduardo Scortegagna - Médico Urologista


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